terça-feira, abril 18, 2006

A Transparência da Alma

Todos os dias acordo envolvido pelo mesmo sentimento que outrora, entretanto desta vez ele vem muito mais puro, muito mais harmonioso, muito mais equilibrado e definitivamente de uma forma muito mais concreta e realista, tendo como coadjuvante uma pessoa alegre, feliz, e que compartilha dos mesmos principios que eu, sendo capaz de me conquistar ainda mais a cada dia.

O equilibrio que hoje vivencio reafirma minha convicção de que o sentimento a ser preservado e buscado é o que está em consonancia com meus princípios, e que considero como sendo único e verdadeiro. Tal sentimento garante a transparencia de minha alma, e permite que meu coração permaneça desprovido das tão penosas armaduras protetoras do mundo moderno.

Entendo que esta pode ser uma forma arriscada de viver, e que optando pela transparência me ponho vulnerável às pessoas podendo sofrer muito por conta disto. Entretanto, mais do que nunca, estou certo de que renunciar aos sentimentos mais puros e mais espontâneos por medo de sofrer é renunciar às chances que a vida me dá de ser feliz, e de aproveitar o melhor que ela tem a me oferecer. É renunciar também ao prazer de dizer a meus netos que vivi a vida de forma merecida e honrosa.